17 de novembro de 2008

Maya


Rasga o véu, Maya...
Toma nas mãos o destino
Claro...límpido...
Nas noites sem Lua
é para o céu que ruma
Partida...em pedaços
E rasga o véu
Verdade...real
Tem nos olhos duas Luas
Cheias...azuladas
São espelhos
Refletindo ...
Esperando que alguém neles se encontre
Si mesma
Mesmo sem si, rasga o véu
No espelho
Em si
Já não sabe onde começa
Onde termina
Toma nas mãos o destino
Mais uma vez
Recolhe os retalhos
Outro véu se faz...
E para a noite sem Lua ela vai
Rumo ao desconhecido
Rumo a si mesma.
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