5 de julho de 2011


Olá, pessoal!

Dia 01/08/11 vou iniciar um grupo de estudos virtual sobre Bruxaria.

Os estudos serão por e-mail, na lista de discussões do Caldeirão de Circe, que neste mês completa 10 aninhos de vida. Dirigir esses estudos é para mim uma forma de comemoração e agradecimento a tudo que eu tive oportunidade de receber naquela lista.

Bem, teremos temas semanais, seguindo o conteúdo abaixo relacionado (lógico com flexibilidade):

Paganismo, Bruxaria e Wicca: conceitos, diferenças, semelhanças e polêmicas.


Deidades da Arte: Deus e Deusa como polaridades da energia criadora. Os ”teísmos”. Todos os deuses são um único deus? Matriarcal, Matrifocal, Matrilinear X Patriarcal, Patrifocal, Patrilinear: Origens do culto à Deusa. Origens ao culto do Deus.

Ritual, feitiço, magia, celebração: conceitos. Magia negra na Arte? Pq nudez ritualística? Grande rito: o que é e qual o objetivo. Simbólico X real.

Instrumentos da Arte: existem instrumentos obrigatórios? Magia Cerimonial X Magia Natural.

Roda do Ano: origens e conceitos básicos, sul X norte, rodas híbridas.

Solitário, círculo, coven, grove, tradição: conceitos. Há o melhor caminho?

Dedicação e iniciação: conceito. Caminho solitário x grupal. Auto-iniciação? Existem falsas iniciações?

Lei Tríplice: origens e conceitos. Ética pagã, lei natural ou mecanismo de limitação e controle? A Lei Tríplice se aplica apenas para iniciados?

2 Temas livres: propostos pelos membros do círculo de estudos e escolhidos pela moderação.

Como funcionará?

Semanalmente, eu enviarei a vocês um texto sobre o tema da semana, juntamente com um pequeno questionário que deve ser respondido pelos membros e enviado para o grupo. Paralelamente, enviarei outros textos relacionados com o mesmo tema em debate como complemento.

No decorrer da semana, todos nós devemos comentar as respostas das pessoas, bem como os textos enviados.

Todos os membros podem enviar textos, perguntas, dúvidas, questionamentos e críticas pertinentes ao assunto em foco naquela semana. Da mesma forma, todos os membros podem e devem responder a essas manifestações.

A participação é gratuita, mas depende da efetiva participação daqueles que se propuserem a estar no grupo, sob pena de exclusão. Afinal, é um círculo de estudos e isso pressupõe troca de informações.

Ao aceitar participar, tenha em mente que não concordar com uma opinião não significa odiar mortalmente a pessoa que a expressou. Da mesma forma, se alguém de vc discordar, converse, exponha seu ponto-de-vista, apresente seus argumentos... não fique achando que as pessoas te odeiam só pq elas discordam de vc. Encare como uma oportunidade de crescimento e não tenha vergonha de ser o único a defender uma opinião, se essa faz sentido para vc. Vc tem esse direito. Mas defenda... não diga apenas que essa é sua opinião e ponto. Em contrapartida, não tenha vergonha de mudar de opinião, isso mostra a capacidade de aprender, de crescer e se desenvolver intelectualmente.

Tendo em vista tudo que acabei de escrever, claro que xingamentos, grosserias e falta de educação não serão toleradas. As mensagens do grupo serão moderadas.

Os interessados devem me procurar ou mandar um e-mail em branco para:

caldeiraodecirce-subscribe@yahoogrupos.com.br

Dúvidas, estamos às ordens!

Beijos e espero vcs por lá,

Lua Serena

Moderação e apoio:

Josy Büll,

Aline Pandora

Anitsi

9 de maio de 2011

Evidências Históricas do Culto à Deusa

Oi, povo!




Quero convidá-los para a Ciranda dos Sábios, 4º Encontro do Sagrado Feminino, que acontecerá dias 21 e 22 de maio no Cirandda da Lua.




Eu estarei por lá, no domingo 22, para falar sobre as evidências e polêmicas históricas do culto à Deusa.




Espero vcs!



Beijos,



Lua Serena








O culto à Deusa tem ressurgido com muita força nas últimas décadas, mantendo-se firme em meio a diversas polêmicas e negações sobre suas origens. O ressurgimento da figura da Deusa tem sido observado em diversos lugares do mundo, nos levando a questionar de onde vem a idéia de uma Grande Mãe, nutridora e criadora de tudo, inclusive de si mesma. A proposta da atividade é apresentar as evidências históricas do culto à Deusa e das civilizações matrifocais, tecendo uma breve linha histórica do paleolítico até o presente, apontando as transformações e nuances do culto ao Sagrado Feminino que, de uma forma ou de outra, jamais foi extinto. Falaremos de autores importantes, grandes nomes da antropologia, história, mitologia e psicologia que contribuíram para que conhecêssemos as origens do culto ao Feminino. De outro lado, também abordaremos as principais críticas históricas e antropológicas feitas aos autores que ousaram defender a existência de um culto feminino e da mulher como centro espiritual e político dos primórdios da humanidade. Assim, desejamos que cada um possa conhecer os vestígios deixados na História e fazer seu juízo de valor.

12 de abril de 2011

ARCANO XIII


A Morte é sem dúvida um dos arcanos mais temidos do Tarô. Sua presença em uma jogada, aos olhos de leigos e de nem tão leigos assim, é vista com desconfiança de que algo ruim se anuncia, mau agouro, sofrimento e dor.

Mas ao contrário do que muitos pensam, A Morte não significa um mal. A Morte é simplesmente A Morte, o fim de um ciclo, a finalização de algo. É muito mais a conclusão de algo do que a interrupção. Essa última fica por conta do arcano XVI. A Morte anuncia um fim sim... mas nem sempre o fim de algo bom. Ela apenas cumpre seu papel quando a hora é chegada. Nós é que, insistentes em manter tudo o que ilusoriamente chamamos de nosso, negamos que é chegada a hora de colocar um ponto final em algo. Olhando por esse prisma, A Morte vem nos ensinar sobre a perenidade das coisas, e vem nos ensinar a arte do desapego. Nada fácil. É aí que reside a dor. Quando negamos o fim de um ciclo inevitável – pois é isso que A Morte anuncia – iniciamos um doloroso caminhar rumo ao sofrimento.

Falar do desapego quando estamos diante do fim de coisas materiais é fácil, mas falar de desapego quando o assunto é amor, gente, relação, fim de uma vida... é infinitamente mais difícil. Mas é a lição deste arcano. Ele nos vem dizer “solte, deixe ir... tudo se ajeita”. Somos de uma cultura de temer as mortes, os finais... olhamos para a dama da morte com medo, como se ela fosse um monstro tenebroso que só vem nos causar pesar. Porém, a morte de tudo – não só a morte física – é na realidade uma grande professora, um grande mestre. Por trás da lição do fim, vem a certeza de um novo ciclo e isso é expresso na simbologia da carta. No Tarô de Marselha, a Morte ceifa vidas, mas no chão podemos ver brotar o verde, o novo, o recomeço. Saber compreender A Morte é uma grande lição, lição essa pela qual todos nós passaremos na vida. E não estou falando da morte física, estou falando das muitas e muitas mortes pelas quais passamos na vida. A morte de um ideal, a morte de um você, a morte de uma situação, de uma relação... Morremos a cada momento, a cada acontecimento marcante da vida, acontecimentos internos e externos. Morrer é preciso, diz um texto que circula pela internet e atribuem a Fernando Pessoa... esse texto expressa muito bem o que A Morte vem nos ensinar. Não é tarefa fácil, mas todos nós aprendemos a lidar com ela... cedo ou tarde.

A Morte assunta por que nos leva ao desconhecido. Quando ela surge numa jogada, nos impele ao desconhecido. Ela nos diz que aquilo que conhecemos como tal vai acabar ou já acabou...não nos conta o que virá. Isso nos faz tremer. Ficaremos bem? Depende de muitos fatores, mas todos os fatores dependem apenas de nós mesmos.

Mas veja que a morte deve ser encarada como o que ela de fato é: uma transformação. Esta lâmina nos fala da transformação das coisas, daquilo que não mais será como foi um dia, nos fala da completa mudança de uma situação, pois a idéia de morte que temos, na realidade, não existe... o que existe é a transformação de algo em outro algo.

É uma carta que prenuncia sofrimento? Depende de nós. Depende de como encaramos o fim de algo, depende do que é que está morrendo, do que é que está se transformando, do que é que não mais será.

É preciso ter coragem para encarar A Morte de frente e abraçá-la. Você teria coragem disso? Você se arriscaria? Você se desapegaria? Você conseguiria? Não, não é uma tarefa fácil exercitar o desapego... aí está a dor de vivenciar este arcano.

A Morte numa jogada vem anunciar os finais, os términos, as mortes que são sempre transformações que nos levam a uma oportunidade de renovação, de renascimento e de crescimento. Embora poucos assim admitam, até mesmo para que não se restrinja o significado deste arcano ou até por temerem a própria morte (irônico), para mim este arcano pode simbolizar sim a morte física numa jogada. Mas como tudo, vai depender de outros fatores que compõem a jogada.

A Morte anuncia a necessidade de encerrar um ciclo para dar espaço ao novo, mas para que possamos vivenciar o novo é preciso que nos libertemos. É disso que trata essa carta também: libertação do passado, de padrões, de condutas, de pessoas. Mesmo por vezes dolorosa, A Morte sempre nos traz enormes lições e marcam momentos de profunda transformação em nossas vidas. PALAVRAS-CHAVE: fim, transformação, encerramento, término.

ASPECTOS POSITIVOS: o fim de uma situação dolorosa, a capacidade de passar pelo fim de modo a compreender que ainda que doloroso seja, sairemos desse momento renovados e transformados. Grande transformação interna ou externa.

ASPECTOS NEGATIVOS: o fim de uma situação, a incapacidade de aceitar que é chegado o momento de encerramento.


Beijos,

Lua Serena

11 de abril de 2011

9 de março de 2011


Olá, povo!


Estou aqui para convidar vocês para mais uma atividade. Desta vez, eu e o Elfo vamos ministrar uma oficina de ervas mágicas no 10º EAB (Encontro Anual de Bruxos).


Será no dia 26/03/2011, na Fazenda Terra Viva.


Para mais informações, acesse http://www.abrawicca.com.br/


Super beijo,

Lua Serena


10 de fevereiro de 2011

Anote na agenda!

Povo,

Dias 12 e 13 de março vocês tem um encontro com a face negra da Deusa!

Acontece em São Paulo o II Festival das Faces da Deusa, com atividades maravilhosas. Entre aqui e confira a programação completa.

Eu também estarei lá falando sobre esbat de lua negra.

Vejam abaixo a apresentação do meu workshop.

Espero vê-los por lá!

Beijos,

Lua Serena


Workshop “Esbat de Lua Nova: Celebrando a Lua Negra”
A Bruxaria possui um calendário de celebrações que abrange oito sabás e treze esbás. Os esbás são celebrações mensais em honra à energia lunar e são conhecidos por “celebrações do plenilúnio lua cheia”. São momentos de extrema conexão com a Deusa, momentos de poder pleno, pois estamos reverenciando o aspecto Mãe da Deusa. No entanto, a Bruxaria nos confere liberdade de trabalhar com todas as faces lunares, cada qual enfocando um aspecto da Deusa e infinitas manifestações. Temida e por isso muitas vezes não trabalhada, a Lua Nova guarda relação com o aspecto negro da Deusa, a sombra, a noite escura, os lugares escondidos de nosso mais profundo eu, e deve ser trabalhada por todo aquele que busca uma conexão plena com a Deusa e consigo.

Neste workshop imperdível, conceitos importantes e questões polêmicas acerca do tema são abordados com profundidade. Atividade teórica e prática, ao final da exposição, Lua Serena conduzirá você ao encontro com Nyx, a Noite, através de meditação dirigida.

Tópicos abordados:

- o calendário lunar e o conceito de esbá;
- a dança lunar;
- as fases lunares e suas correlações;
- lua nova, lua negra: conceitos aprofundados;
- o significado do trabalho com a lua negra e suas implicações;
- deusas da lua negra;
- proposta de ritual para celebração de esbá de lua nova;
- jornada meditativa dirigida: Encontrando a Deusa Nyx (atividade prática).

A Sacerdotisa e A Imperatriz: dois aspectos do Sagrado Feminino



Motivada pelos debates no Sibilando, círculo virtual de estudos de Tarô que coordeno, resolvi escrever um pequeno artigo para falar das duas Mães do Tarô: A Sacerdotisa e A Imperatriz.


Muita gente, no comecinho dos estudos, tem certa dificuldade com esses dois arcanos. Em geral uma – A Sacerdotisa – é vista como a senhora da intuição, a distante enigmática; enquanto a outra – A Imperatriz – é vista simplesmente como a mãe nutridora.


A maioria se espanta quando eu digo que a Sacerdotisa é também uma mãe. Espantos e revoltas? Pois eu reafirmo, A Sacerdotisa é mãe também... ela é a nossa mãe espiritual. Esse conceito foi trazido pela primeira vez, se não me engano, por Waite, que, inclusive, cunhou a expressão Mãe Celeste. Sim, A Sacerdotisa é a mãe celeste, a mãe espiritual. A Imperatriz é a mãe terrestre, a mãe material.


Vamos entender as coisas de uma forma pagã (aos que não são pagãos ou que àqueles que não possuem conhecimento dos conceitos ligados ao Paganismo, peço uma licencinha para poder explicar esse ponto sob a ótica para mais confortável).


Pois bem, a figura da Deusa, pólo feminino da criação, ou como queiram chamar o Sagrado Feminino, se manifesta de inúmeras formas e é conhecida por inúmeros nomes... Isis, Demeter, Astarte, Bastet, Danu, Hécate, etc. Cada uma das faces do Sagrado Feminino possui características próprias e é um ser próprio (mais ou menos como falar que nós todos somos um... cada qual é um ser único e parte do todo). Assim, no decorrer da história dos mundos, esses seres foram sendo conhecidos pela humanidade... e todas essas faces, todos esses seres, todas essas Deusas são consideradas nossas mães, ou nossa mãe (se olharmos o Sagrado Feminino como um todo).


No entanto, cada uma dessas faces, ou cada uma dessas Deusas, como queiram, tem características próprias, algumas são até bem terríveis, mas não deixam de ser mães porque são faces do Sagrado Feminino. Nesse sentido, temos uma classificação básica em que podemos (se é que podemos) encaixar algumas Deusas como Mães celestes e Mães Terrestres (ou Deusas Celestes e Deusas Terrestres). Celeste, sim, ligada aos céus, às estrelas, aos astros, à lua, ao universo, à mente, ao consciente e inconsciente, etc; e terrestre sim, ligadas à Terra, à terra, aos animais, às águas, etc. Algumas nem mesmo parecem nossas mães, não é mesmo? Um exemplo disso é a própria Deusa Perséfone... ela é a filha de Demeter, e sempre nos remete à ideia de juventude. Mesmo assim, ela é uma face da Mãe, ela é um aspecto do Sagrado Feminino. Costumo fazer uma analogia com duas Deusas do panteão afro-brasileiro para ilustrar mais ainda esse papo. Iansã e Iemanjá. Iansã é a mãe espiritual, Iemanjá a mãe material. A Sacerdotisa é amistosa como Iansã... já a Imperatriz é amorosa como Iemanjá. Ou seja, A Sacerdotisa é amistosa, é amiga, chora nosso choro, briga com todos por nós... mas chama a nossa atenção quando estamos errados e não nos pega no colo. Se formos ao chão por imprudência, ela vai ficar do nosso lado, vai nos ajudar a levantar, mas não vai passar a mão na nossa cabeças... Não esperem isso da Sacerdotisa, nem de Iansã. Já A imperatriz é a mãe amorosa e nutridora de todos com seus fartos seios, pode ser super protetora, sensível, a super mãe que protege suas crias.


Não entendam os termos espiritual e material de forma literal, tampouco pensem nesses dois arcanos apenas sob os prismas que eu estou abordando... Além de ser um “sacrilégio” com o Tarô, é também um “sacrilégio” com as Deusas... muitas vezes tentar classificar os Deuses torna a gente mais e mais ridículos... porém, é uma forma de vocês compreenderem os motivos de eu dizer que A Sacerdotisa é A Mãe Espiritual.


É claro que todo esse assunto dá pano para manga. Há quem defenda a ideia de que na verdade todos os Deuses vem “abaixo” de uma força única, desconsiderando a idéia de que todas as Deusas são aspectos de uma Deusa, etc e tal. Mas enfim... na minha cabeça e vivência, os Deuses são como nós, pequenas partículas de um grande e imenso todo. Todos nós, Deuses e humanos, compomos a existência e o Sagrado Todo, que por sua vez, em sua imensa complexidade, pode ser compreendido como dotado de polaridades... O Sagrado Feminino e o Sagrado Masculino. Mais ou menos isso.


Então, partindo do pressuposto de que para muitos de nós, pagãos, mesmo uma Deusa jovem pode ser chamada e tida por nós como nossa mãe... vamos ao Tarô.


Veja que tanto a carta da Sacerdotisa como a carta da Imperatriz falam do Sagrado Feminino, dessa força feminina da criação. Essas duas cartas são a personificação dessa força.


No caso da Sacerdotisa nós temos o feminino intuitivo, a sabedoria, o conhecimento, os mistérios ocultos. É aquela que conhece e guarda os segredos. Para Waite, A Sacerdotisa, em alguns aspectos, é uma das mais sagradas cartas dos arcanos maiores, pois simboliza a Mãe Celestial, a Mãe Espiritual, A Noiva Sagrada... a metade espiritual feminina do todo individuado. Por essa razão, ao contrário do que muitos pensam, A Sacerdotisa somente será uma carta que denota frieza se estiver em mau aspecto, pois em sua essência, ela é puro amor espiritual, ela é o enigma do próprio amor. Talvez a Deusa em que eu mais lembre ao me deparar com a A Sacerdotisa seja Aglaia, a Deusa da intuição e do conhecimento, para os gregos.


Já no caso da nossa querida Imperatriz, temos a geradora de tudo, o Feminino como origem de tudo o que existe, a mãe do mundo, e, sob outro aspecto, a própria Terra. Nesse sentido temos muito explicita a idéia de Grande Mãe. Ela é para os Incas Pachamama (Pacha significa universo e mama mãe), para os egípcios ela é Mut, para os gregos é Deméter e para os hindus ela é o tríplice Sagrado Feminino, as shaktis.


Há muitas correlações que poderíamos arriscar fazer para sustentar a idéia de que ambas são mães... Por exemplo, eu vejo isso muito claramente também se deixarmos só um pouco de lado a visão da Sacerdotisa e Imperatriz como personificações do Sagrado Feminino e trazermos essa questão bem mais para a prática da Arte.


Podemos fazer uma breve reflexão. A Sacerdotisa pode ser considerada a nossa sacerdotisa na Arte, a sua guia, a sua mãe espiritual... enquanto A Imperatriz seria a nossa mãe, aquela que nos pariu, nos nutriu, nos cuidou. Ambas tem aspectos de Mãe, ambas orientam, de ambas somos, de certo modo, filhos... Vejam que embora a sacerdotisa de um coven não tenha parido, é muito comum serem os sacerdotes tratados por pai e mãe... e esses também tratam seus dedicados e iniciados por filhos e filhas.


Enfim, tanto A Sacerdotisa, quanto a Imperatriz são aspectos do Sagrado Feminino, são aspectos da força feminina, a porção sagrada feminina do todo... e o Sagrado Feminino é, nada mais, nada menos, que A Deusa, A Mãe.

5 de dezembro de 2010

1º Encontro Pagão da Baixada!


Oi, povo!

Dia 23 de janeiro estarei em Santos para falar sobre Bruxaria e Tarô num encontro que promete ser muito legal!

Quem está organizando esse evento é o Coven Amantes de Ísis, vocês não podem perder!

Um super beijo e aguardo vocês por lá!

Lua Serena


9 de novembro de 2010

Estudos Gratuitos sobre Tarô



Oi, povo!

Iniciarei a coordenação de um novo grupo de estudos dirigidos sobre Tarô pela internet.

O enfoque será interpretação e simbolismo dos arcanos maiores e métodos e treino de interpretação.

Faremos um estudo crescente das lâminas, iniciando com O Louco e finalizando com O Mundo. Um arcano por semana, com questionário, exercício e métodos de tiragens.

Os estudos são gratuitos e serão realizados por e-mail.

O início está marcado para o dia 10.01.11.

ATENÇÃO: Não haverá novas adesões após o início dos estudos.

Aqueles que quiserem participar, mandem e-mail para
sibilando-subscribe@yahoogrupos.com.br

Aguardo vocês por lá.

Beijos,
Lua Serena