Se tem uma coisa que amo, não só por ser uma comida nordestina, mas pelo valor mágico e energético que tem, é caldo de fava. Nesse, pus pimenta biquinho, que amo tbm.
A phaseolus lunatus tem um poder nutritivo incrível, além de nos ajudar a fluir em nossos ciclos internos mais profundos. Sentimentos de tristeza, desânimo, desencanto, por vezes nos acometem. Devemos entender que tudo bem não estar bem de vez em quando... esse papo de afastar a tristeza não ajuda muito, depois de um tempo. De tanto afastar a tristeza, nunca a compreendemos, nunca nos abrimos para as lições dela...
Flua em suas emoções, mesmo as não confortáveis. Aprenda com elas... são grds professoras.
RECEITA DE CALDO DE FAVA DA LUA SERENA
1 quilo de fava
1 cebola pequena
1 dente de alho
pimenta biquinho a gosto
tempero e sal a gosto
Cozinhe a fava por 15 minutos, escorra a água. Coloque água novamente e cozinhe por mais 10 minutos, aproximadamente. Numa panela, frite alho e cebola e depois coloque a fava cozida, com o caldo escorrido. Refogue com os demais temperos e sal. Acrescente água até cobrir e deixe ferver por mais 20 minutos. Nos 5 últimos minutos, acrescente a pimenta biquinho. Pronto!
De tempero, gosto de usar talos de salsinha, chimichurri e tomilho.
No solstício de inverno do nosso clã, temos algumas tradições. Temos a partilha de caldos e sopas e troca de presentes, após a celebração. Sempre tem uns 5 ou 6 que se disponibilizam a fazer o caldos. O restante dos itens, como pães, queijo e bebidas, é rateado entre todos. A cada ano, escolhemos uma temática para trocar presentes, que são, na realidade, bênçãos. Neste ano, vamos fazer algo que já fizemos outras vezes. Trocaremos o que chamamos de “kit macumba”, rs*... Que são kits montados com itens úteis a todo bruxo (vela, incenso, castiçal, vidrinhos, pedras, óleos etc). É, de fato, muito útil e um agradável momento de partilha, de troca de amor, já que solstício de inverno é sobre estar em família, é sobre nutrir a vida e é, sobretudo, sobre dar bênçãos.
Outra coisa que faço, quase todo ano, é presentear todos os membros, com algo útil e consagrado.
Neste ano, após receber bênçãos de Pachamama, uma Deusa que me acompanhou durante um período deste ano, decidi expandir essas bênçãos, através de grãos, que escolhi pelas cores que têm relação com a cores do nosso clã e com pequenas colheres de pau, sobre as quais pirografei símbolos mágicos. Enquanto pirografafa, Pachamama me dizia que bênçãos aquele símbolo carregava. Então, eu as escrevi num pedaço de papel e embrulhei com o vidro de grãos e a colher correspondente.
Deixarei esses presentes ao pé de um galho grande carvalho que levaremos para a celebração, presente de uma aluna querida e que foi também usado em um rito de lua, noites atrás. No momento certo, cada qual encontrará a bênção que Pachamama lhe reservou.
A cada alimentação que fizer, ao usar aquela colher de pau, lembrarão e nutrirão a bênção, conectados à Pachamama e a si mesmos.
É assim que vivemos e não há outra forma de viver.
Que a cada solstício de inverno, vocês possam nutrir e partilhar bênçãos com as pessoas que lhes são caras.
Você pode sentir vontade de rir, ao travar os primeiros contatos com os ritos e jeitos que envolvem a fé pagã, ao ver um pagão se emocionar com um vento, um mato, um traço, um laço...
Iniciando seus primeiros passos na Arte, você pode se sentir tolo, ao fazer uma invocação em voz alta, ao sentir o frenesi energético ritualístico. Dar até uma olhadela de lado, dar uma segurada no canto, no berro, no pranto...
Na verdade, é comum que tudo isso ocorra em uma sociedade que despreza o lúdico, que despreza a natureza, o nativo, o simples, a raiz e a copa... Acontece que existem pessoas cuja linguagem espiritual é diferente da sua e, de fato, elas não vão entender sua fé, como você tbm não entende adaselas... não fala ao seu coração. E tudo bem, desde que haja respeito. Se essa linguagem pagã faz a sua cabeça, fala ao seu coração, mas vc às vezes se sente bobo, com vergonha, se sua mente te trola e vc fica um pouco deslocado em algumas práticas, relaxe... tranquilize, serene... com o tempo, com a prática, com certas experiências pelas quais vc vai passar, vc entenderá que tudo isso faz parte do processo de desconstrução de certas crenças limitantes... Apenas continue. E um dia, quando vc se der conta, você, ao invocar, não só falará, como ouvirá e sentirá. Vc, então, terá percebido. Sim, seus canais de percepção se abrirão. Se vc continuar se desenvolvendo na Arte, isso vai acontecer. E não há nada de louco nisso tudo (ou há, como queira, rs), já que somos seres multidimensionais e atuamos multidimensionalmente. Não são os estudos que abrem a percepção, são as práticas. Então, se joga. No seu tempo, mas se entrega. Não racionalize demais, vivencie. Bjo, Lua Serena.
Os gatos não possuem um importante processo de
desintoxicação presente na maioria dos mamíferos, por isso são facilmente
envenenados. O fígado de um gato tem capacidade limitada para metabolizar
terpenos. A maioria dos óleos essenciais contém uma variedade complexa de mono
e sesquiterpenos, mas, em particular, evite óleos que contenham fenóis quando
trabalhar com gatos.
Muitos donos de gatos relatam que, quando cheiram o óleo
essencial, seus animais os atacam ou os lambem freneticamente. Isso pode levar
as pessoas a acreditar que seus gatos realmente amam o óleo essencial, quando,
na verdade, ele literalmente está deixando-os loucos. Os gatos também podem se
comportar como fazem com a gatária (erva dos gatos), pulando e tendo momentos
de loucura, que é a resposta ao óleo essencial da gatária.
Há relatos de gatos morrendo após a exposição aos óleos
essenciais, mas, a meu ver, todos os casos de morte registrados deveram-se ao
mau uso ou uso excessivo. Por exemplo: a aplicação tópica de óleo essencial de
tea tree não diluído, que não é seguro para os gatos. O fígado felino precisa
de 48 horas para processar e excretar terpenos, logo a exposição frequente a
quantidades baixas de óleo essencial também pode causar intoxicação. Certifique-se
de que seu gato possa sair do cômodo quando você difunde óleos essenciais ou
queima velas aromáticas.
Não há necessidade de ficar histérico sobre manter óleos
essenciais longe de gatos – o mundo natural está cheio de óleos essenciais e o
gênero Felis sobrevive perfeitamente bem - , no entanto, recomendo o uso de
hidrossóis em vez de óleos essenciais para gatos.
FONTE: trecho do livro ÓLEOS ESSENCIAIS PARA ANIMAIS, de
Nayana Morag, Editora Laszlo, 2018,p. 79.
NOTAS:
1. HIDROSSOL é um outro nome dado ao hidrolato, e é um subproduto
obtido a partir do processo de destilação na extração dos óleos essenciais. O
hidrolato mantém os mesmos componentes voláteis da planta e possui uma
fragrância leve.
Cravo da Índia (folha ou botão) (Syzygium aromaticum)
Canela (cássia ou do ceilão) (Cinnamomum cassia/cinnamomum zeylanicum
– verum)
Manjericão Santo (ocimum gratissimun QT eugenol)
Guáiaco (Falso Palo Santo) (Guaiacum officinale)
Fonte: O Grande Manual de Aromaterapia de Dominique Baudoux, editora
Laszlo, 2018, p. 53.
É possível usufruir dos benefícios dos óleos essenciais, mesmo
em nossos sensíveis gatinhos, mas é preciso algumas precauções. Na dúvida,
consulte sempre um aromaperapeuta, de preferência que tenha se especializado em
aromaterapia animal.
O primeiro livro do qual tiramos a primeira parte deste post
é muito bom e vale muito a pena para quem curte o assunto.
O segundo livro, um clássico importantíssimo serve muito bem
àqueles que gostam de estudar a química dos óleos essenciais.
E a nossa modelo nas fotos é a Lilica, gatinha da Patrícia, nossa
amiga e aluna do Curso de Formação em Aromaterapia. Ela está usando um colarzinho
aromáticos feito especialmente para pets.
Beijos, Lua Serena
8 de maio de 2019
Sempre conto essa história. E vou contar de novo...
Nos dois anos finais da minha faculdade (especialmente o último), eu não conseguia ritualizar direito. Na época, eu era uma feliz solitária (como fui por 15 anos), então, fazia minhas práticas sozinha e seguia tudo bem. Porém, no final da faculdade, realmente, a coisa ficou muito feia e eu precise, de fato, mergulhar em TCC, exame da OAB, provas finais. Foi tenso, muito tenso. E cometi o erro de deixar que tudo isso em único plano, pondo de lado minhas práticas.
Isso me custou quase 2 anos de muitas dores físicas, além de dores na alma. Eu estava sobrecarregada? Mas é claro! Qualquer um estaria!
Porém, além de ser uma universitária estressada, eu já era uma praticante da Arte e, como tal, vinha de pelo menos umas 9 rodas de ritos ininterruptos de terra-sol-lua (ou roda do ano com sabás e esbás, como queiram chamar). E, parar minhas práticas espirituais foi a pior coisa que eu fiz, pois, percebi em todos os meus corpos a falta que faz estar realmente entre os mundos, celebrando, dançando e honrando os Antigos.
Desenvolvi uma teoria, já naquela época, e procuro sempre falar isso para as pessoas que são do Antigo Caminho: nossos corpos acabam acostumando de tal forma à energia gerada nos momentos ritualísticos, que isso nos alimenta, nos restabelece, nos limpa, nos cura, nos harmonia. Ritualizar, para nós, é um ato sagrado que, quando realizado corretamente, mantém a nossa homeostase, em níveis multidimensionais (já que somos seres multidimensionais).
É como para um cristão, que vai à igreja, canta hinos ao seu deus e sai feliz, dando paz de cristo. Só que, claro, com a gente que é pagão, a coisa é tem grds diferenças, são ritos completamente diferentes (foi só para quem não é pagão, pegar a referência).
E ter constância na prática, é fundamental para não só acessar os mistérios (como todo mundo atóooora), mas principalmente para te alimentar, te reequilibrar.
Os ritos de terra-sol, que são os chamados sabás, são muito mais que ritos sazonais ou mitológicos sobre o movimento de translação da Terra e os momentos de plantio e colheita. Esses momentos são profundamente importantes para a saúde de nossos corpos e nos conectam com a cura em níveis muito, muito profundos. Além disso, gosto de fazer uma relação desses rituais com o movimento que o bruxo faz no externo, com a nossa atuação externa, nos mundos exteriores. Enquanto isso, os ritos de terra-lua, os chamados esbás, são movimentos internos, em que nós trabalhamos os mundos interiores. Quase como se nos sabás eu trabalhasse o movimento de dentro para fora. Eu trago de dentro de mim a força para criar e gerar fora de mim, daí toda a movimentação de gerar a energia através do êxtase ritualístico frenético que ocorre no fim de nossos ritos (o famoso cone de poder) . Nos esbás, o movimento é de fora para dentro, eu absorvo a energia que vem de fora e me abasteço, me empodero, me curo, me nutro, me armo para o mergulho ao meu interior, para ele seja profundo e para que eu possa absorver todo o ensinamento que o mergulho aos mundos interiores pode me fornecer. Fazemos isso através do ato de puxar a lua para baixo, quando cantamos, celebramos, sorvemos o poder da Lua acima de nós e da Terra tocada por nossos pés.
É rituais são poderosos instrumentos e chave, portais, para várias coisinhas e romper bruscamente ou celebrá-los esporadicamente acarreta o não aprofundamento e o não aprofundamento de inúmeros ensinamentos e curas. Mas, claro, é preciso fazer uma série de desconstruções, quando se chega na Arte, vindo de uma sociedade que despreza o lúdico, por exemplo. É preciso reaprender a arte das crianças, que enxergam além dos olhos físicos. Crianças são, para mim, seres que estão muito mais entre os mundos, mais abertos ao sutil, ainda não romperam completamente com tudo isso. Como Deuses que são, sabem que a cada noite e dia de suas vidas, mais e mais estarão sendo levados a não lembrar, a crescer, a estar com os pés em um único mundo. Talvez seja por isso, que as crianças lutam contra o sono constantemente. Elas sabem que, ao crescer, podem ser arrastadas a esquecer de que são multidimensionais e que podem acessar esses mundos... Quando adultos, temos que reencontrar essas antigas chaves, mas para isso, desconstrução! É chamar pelos seres, espíritos e deuses até não mais lhe parecer tolo, até fazer sentido... até que um dia, sem que você se dê conta, você nota que foi ouvido. Um dia, você passa a não mais ver, mas a enxergar...
Então, esses ritos são muito importantes e deixá-los de lado é deixar de se aprofundar no Caminho, em si mesmo e nos mistérios.
Além deles, existem outras tantas práticas, tantos ritos importantes. Cada vertente terá o seu. Pode ser que a sua vertente nem mesmo siga esse modo de ritualizar, mas certamente tem seus teus ritos sagrados.
O Caminho da Arte é um caminho extremamente plural, então, falo com base na minha vivência e no que vejo e vivo nesses anos todos.
Hoje, no Semente Ancestral, que é meu clã, além desses ritos que seguimos, temos nossos ritos e práticas próprios. Isso acontece com vertentes e com pessoas solitárias. A identidade e a forma de um clã ou de uma pessoa vai se fazendo e se firmando, à medida em que o tempo e a prática ocorrem. Tudo isso ultrapassa as receitas, tão úteis no começo, de rituais da internet e de livros. Mas isso só é possível quando nos colocamos em constante movimento. Somos feitos para nos movimentarmos, em todos os corpos que temos.
Então, se eu pudesse dar um conselho a todo e qualquer praticante da Arte seria esse: pratique. Mesmo que estiver cansado, com preguiça, sem dinheiro, triste, sem ver sentido, pratique. Entregue-se para a constância do movimento e, depois, me conte o que aconteceu em sua vida...
Beijocas,
Lua Serena
Fotinho de parte do nosso clã, depois do nosso último ritual. Festival dos Mortos (ou Samhain) deste 2019.
Separei 7 dicas importantes para
aqueles que se interessam por ervas e suas propriedades mágicas e medicinais.
Pra acompanhar essa e outras séries
, inscrevam-se no nosso canal do Youtube e siga-nos no Insta e Facebook. Postaremos
sempre nesses canais:
@institutomaeterra
@luaserena77
facebook.com/InstitutoMaeTerra
youtube.com/channel/UCWlcdKyFxT3cTKhwUd8CnZg
facebook.com/luaserenaoficial
youtube.com/user/caldeiraodecirce
DICA
NUMERO UM: CORRESPONDÊNCIAS ASTROLÓGICAS
Vocês, com certeza conhecem as
classificações encontradas em diversos livros de bruxaria e magia, nas quais se
colocam planetas e elementos de regência das plantas, não é mesmo?
Mas vocês já pararam para pensar
de onde vem essas classificações?
Bem, a maioria delas vem de um
estudioso muito importante para a Herbologia, que é Paracelso.
Paracelso foi um médico,
alquimista, físico, astrólogo e ocultista europeu que desenvolveu um estudo
profundo de relação entre as plantas, os planetas e os elementos.
Todo estudioso de magia com ervas
já leu ou ouviu falar do livro A Botânica Oculta, onde os ensinamentos de
Paracelso sobre a energia e a magia das ervas foram espalhados pelo mundo
ocultista.
Uma curiosidade sobre essa obra:
este livro é uma compilação dos estudos de Paracelso, mas não teria sido exatamente
escrito por ele, mas organizado por outros estudiosos, de acordo com os seus
ensinamentos.
É nessa obra que encontramos as
tabelas de correspondências de planetas, signos e elementos com as plantas, de
acordo com as suas características botânicas. A partir delas, é possível
analisar a regência de qualquer planta.
A maior dificuldade desta dica
pode ser compreender bem as tabelas e saber trabalhar com elas, mas eu tenho
certeza de que você consegue!
DICA
NUMERO DOIS: AS ERVAS NA MITOLOGIA
Uma forma muito bacana de buscar
as propriedades mágicas de uma planta é a sua associação com deuses e deusas.
Diversas plantas possuem uma posição de destaque na mitologia.
Podemos citar como exemplo a ROMÃ, no mito de Perséfone,
a ARTEMÍSIA e sua
relação com Ártemis, a Hera com a deusa grega HERA,
e o LOURO com Apolo.
Para os povos chamados de Celtas,
as árvores eram consideradas sagradas, possuindo, cada qual, uma história
riquíssima de poder mágico. Dentre elas estão o SALGUEIRO,
o TEIXO, o ÁLAMO e a BÉTULA.
Busque estudar os mitos e faça as
correlações tendo como base a relação da planta com a deidade, o seu raio de
atuação e a sua função, descritos no mito.
DICA
NÚMERO TRÊS: CONHECIMENTO POPULAR
Busquem estudar a associação
mágico-popular das ervas da sua região. O Brasil é um país riquíssimo e possui
muitos tesouros mágicos escondidos nas raízes de nossas plantas.
O conhecimento de erveiras e
erveiros é tão bem-vindo quanto os ensinamentos dos povos nativos da nossa
terra, além de ensinamentos trazidos pelos africanos. A mescla desses
conhecimentos compõe uma profunda e importante medicina popular herbal da nossa
terra.
Fazem parte desse legado
riquíssimo, plantas como o GUINÉ
e o COMIGO NINGUÉM, ambas
para fins de limpeza; a COPAÍBA
e a ANDIROBA contra
inimigos; e a ERVA DE BUGRE
para purificação e contato com a energia indígena da nossa terra.
Não deixem essa sabedoria morrer.
Estudem as propriedades mágicas de nossas plantas nativas também. Na medida do
possível, eu vou vir aqui e dividirei as minhas pesquisas sobre elas com vocês.
DICA
NÚMERO 04: ANÁLISE DO NOME CIENTÍFICO
Toda planta possui nome
científico.
O nome genérico é sempre uma
palavra, latina ou latinizada, indicando o gênero a que a planta pertence,
escrita com a inicial maiúscula e, às vezes, esse nome nos dá pistas de como
essa erva era encarada magicamente por povos antigos ou pode nos fazer
relacionar uma erva com uma força ou uma divindade. Então, uma boa dica é
analisar o nome científico da planta que você deseja estudar.
Veja o exemplo da Melissa
Oficinalis.
Essa erva é conhecida como ERVA CIDREIRA em algumas
regiões do Brasil. O nome MELISSA
guarda relação com as abelhas que se atraem muito por essa erva, em razão de
seu óleo essencial. Mas se formos mais a fundo, encontraremos a deusa Melissa,
a senhora das abelhas de Creta, sendo, portanto, uma erva muito utilizada para
amor, doçura e também para questões proféticas e ampliação de dons psíquicos.
Outra erva que possui um nome científico
que nos dá pistas de sua atuação mágica é o Ocimum basilicum, o MANJERICÃO. O basilicum de
seu nome guarda relação com o ser mitológico basilisco... e não, não estou
falando do Harry Potter.
O basilisco é uma espécie de dragão,
serpente, da mitologia grega, extremamente venenoso e de olhar mortal.
O poeta inglês Percy Bysshe
Shelley fez também a seguinte alusão ao olhar mortífero do basilisco:
“Sê como o basilisco, que o
inimigo mata por invisível ferimento.”
Os antigos acreditavam que apenas
o Manjericão era capaz de matar o basilisco e que era, portanto, uma arma
poderosa de proteção contra o mal.
Na Índia, a planta, numa outra
variedade, é conhecida pelo nome de TULASI,
sendo relacionada à Lakshmi, senhora da abundância e proposeridade; e à Tulsi
Devi, deusa ligada à terra e consorte de Vishnu.
DICA
NÚMERO 5: ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FITOQUÍMICAS DAS PLANTAS
Ao analisarmos a medicina de uma
determinada planta, podemos transpor seus poderes para uma análise metafísica,
levando em consideração a multidimensionalidade de todos os seres. Significa dizer
que, se uma planta atua no nosso corpo físico, ela também tem uma atuação nos
demais corpos energéticos que nos compõem. Por exemplo, uma erva depurativa
pode ser uma excelente erva purificadora de nossas emoções, de nossos
pensamentos, de nossas ações.
DICA
NÚMERO 6: ESTUDE OS NOMES POPULARES DA ERVAS EM OUTRAS LÍNGUAS O nome popular das ervas em outras línguas. Às vezes, uma erva com um
nome pouco ou nada mágico em nosso idioma, possui um nome popular bastante
relacionado com as propriedades mágicas da planta.
É o caso da Hammamelis, que em
inglês se chama Witch Hazel, ou Aveleira de bruxa.
Da Erva Moura (Maria Preta
venenosa), BlackShade, ou sombra negra.
E a Erva Moura Azul, Bluewitch
Nightshade / Bruxa-azul-da- sombra da noite.
O nome popular dado a essas ervas
nos conecta diretamente com o passado e em como os antigos encaravam determinada
planta.
Não é uma regra, mas é bastante
comum que plantas venenosas tenham nomes associados a bruxas, o que nos remete,
de certo modo, ao aspecto energético e funções mágicas delas.
Aliás, uma dica interessante é
também prestarmos atenção a ervas que possuem nomes de santos católicos, pois
foi uma prática muito comum, com o intuito de apagar antigas práticas pré
cristãs, tanto nativas de nossa terra, quanto pagãs, trazidas de outros povos.
DICA NÚMERO 7: ESTUDE, FAÇA
CURSOS E SE DEDIQUE
O estudo das plantas e seus
aspectos mágicos é algo extremamente extenso e profundo. Logo, vale a pena você
buscar cursos e livros interessantes.
Nós aqui no Instituto Mãe Terra
ofereceremos o curso MAGIA DAS ERVAS, confira as informações detalhas e, caso
tenha vontade de juntar-se à nós, fale conosco:
CURSO MAGIA DAS ERVAS
Como manipular e utilizar o poder
das plantas no dia-a-dia.
com Elfo Lunar e Lua Serena
CERTIFICADO E APOSTILADO
Valor: R$290,00
ACEITAMOS CARTÕES DE CRÉDITO E DE
DÉBITO
DIVIDIMOS NO CARTÃO DE CRÉDITO EM
2X SEM JUROS
Quando:
30 e 31 de março de 2019.
Sábado: das 9h às 18h
Domingo: das 9h às 18h
Local: Instituto Mãe Terra
Para mais informações e
inscrições:
(12) 98252-2943
(11) 97285-6137
mailing.imt@gmail.com
Apresentação:
O uso energético e mágico das
plantas é uma das mais antigas práticas da humanidade.
Do conhecimento erudito, com
associações elementais e astrológicas, aos conhecimentos populares de erveiras
e erveiros do mundo, o Instituto Mãe Terra busca resgatar esse conhecimento a
partir de suas bases energéticas, terapêuticas e mágicas, harmonizando a teoria
e a prática, proporcionando aos alunos as capacidades adequadas para o trabalho
com ervas.
Carga Horária: 16 horas
Conteúdo Programático:
- História do uso de plantas nas
acepções mágica e fitoterapia
- Aspectos mágicos e medicinais:
uma dissociação necessária ou uma impossibilidade?
- Cultivo de plantas medicinais:
cuidados mágicos e práticos
- Aprendendo a identificar as
funções energéticas e mágicas das plantas;
- Plantas e divindades;
- Ervas e trabalhos para o
sagrado masculino
- Ervas e trabalhos para o
sagrado feminino
- Ervas para o amor
- Ervas para prosperidade
- Ervas para proteção e defesa
contra ataques psíquicos
- Ervas para saúde
- Ervas para trabalhar
capacidades psíquicas
- Ervas para autoconhecimento e
equilíbrio emocional
- Plantas de poder
- Espíritos das plantas: quem são
e dicas de contato
- Técnicas de manipulação de
plantas:
chás: infusão e decocção
unguentos
poções
óleos
banhos
defumações
incensos
amuletos de ervas
poções
pós mágicos
garrafadas
pout pourris
temperos
- Perigos e cuidados no uso de
plantas
- Ética
- Prática de confecção de
defumadores, óleos, pós e banhos
Bom, estas foram algumas dicas para começar o trabalho com as plantas mágicas.
Tais dicas foram fundamentais
para que eu mergulhasse nos mistérios de algumas plantas. E eu espero que sejam
igualmente úteis a vocês.
Dia da Vovó Marta (ou simplesmente Baba Marta, em búlgaro : Баба Марта) é um feriado celebrado na Bulgária , no dia 1º de março.
Nesse dia, são feitas as Martenitsas, geralmente na forma de uma pulseira, que consistem em pequenos bonecos de fios combinados na cor vermelha e branca. As martenitsas são usadas naquele dia e durante todo o mês de março, que lá marca a chegada da primavera. Aaté que uma cegonha ou uma árvore em flor seja vista, simbolizando a chegada da primavera, ninguém tira a Martenitsa.
Uma vez que a cegonha ou árvore em flor aparece, a Martenitsa é retirada e pendurada em uma árvore. É comum na primavera ver árvores enfeitadas em Martenitsas.
Os búlgaros mais velhos o chamam de Birch Month (Mês da Bétula), pois é na época em que as bétulas começam a dar seiva. Há uma grande quantidade de folclore sobre o dia da vovó Marta e o caráter da própria Baba Marta.
Existem várias teorias, sugestões e até mesmo várias lendas envolvendo baba Marta e sobre o simbolismo das cores vermelhas e brancas de que são feitas as Martenitsa . Uma explicação óbvia, e talvez uma crença comum que as pessoas compartilham, é que "vermelho" significa "vida/nascimento" e "branco" significa "novo/ luz". Combinados juntos, eles significam "recém-nascido", "renascimento" e "um novo começo"; uma celebração da vida e da sobrevivência.
Outra explicação popular é que o branco significa sabedoria e o vermelho para uma boa saúde, o que significa que qualquer um que lhe dê uma Martenitsa está desejando a você sabedoria e saúde durante o ano novo.
Em março, esses amuletos, usados ao redor dos pulsos e em seus trajes, podem ser vistos em quase toda parte na Bulgária e nas regiões vizinhas. Sendo um ritual puramente pagão por origem, o Baba Marta Day é uma das tradições mais antigas da Europa.
Rezo para que você encontre um grande amor na vida, dois... até três, se for o caso. É possível amar grandemente mais de uma vez na vida.
Mas se ao encontrar um "grande amor", esse alguém pedir, direta ou indiretamente, que você escolha entre o seu filho e ele, entre a sua religião e ele, entre a sua carreira e ele, entre os seus projetos e ele, entre qualquer coisa sua e ele... Veja, ele não é um grande amor, mas pode ser um grande terror disfarçado de amor, uma prisão disfarçada de relação.
Quando alguém pede para você fazer escolhas assim, entre ele e qualquer aspecto de sua vida que te faz ser quem você é, que é parte de quem você é, ele está fazendo com que você o escolha acima de você, ele está pedindo que você se abandone e escolha a vida dele em detrimento da sua. E, muitas vezes, ao te fazer escolher, ele o fará de forma encantadora, te cobrindo mimos, de um falso amor. De forma sorrateira ele poderá quase te fazer pensar que a ideia foi sua. Noutras vezes, transvestido de uma doce e falsa insegurança, ele poderá te fazer sentir que se não o escolher, ele não mais poderá viver. Nem mesmo você poderá viver sem esse “amor”! Não admita isso.
Admita que, por carência ou medo, por crenças limitantes sobre si mesma, que seja, você se deixou levar, se deixou envolver e se deixou manipular. Acontece todo dia... O caminho para a quebra disso e a reconstrução de sua vida pode ser doloroso... Vai exigir de você força, vai exigir de você perdão – principalmente de si para consigo – e vai exigir muito trabalho interno e externo.
Essas relações tóxicas podem deixar marcas profundas, difíceis, sim, de superar... Mas você não precisa fazer tudo isso sozinha. Se precisar de ajuda, procure um terapeuta. Ele pode te ajudar no caminho de volta a si mesma.